quarta-feira, novembro 26, 2003
Mais uma nos Pradecos... HIHIHI
Nova Concordata: padres vão passar a pagar IRS
Os padres católicos que trabalham para o Estado, nomeadamente, professores e capelães do Exército, vão passar a pagar impostos sobre os rendimentos. Esta é apenas uma das várias novidades no novo texto da Concordata, cuja versão final teve, terça-feira, o acordo oficial do Estado português e da Santa Sé.
De acordo com o Correio da Manhã (CM), a nova Concordata foi o tema principal do encontro entre o primeiro-ministro Durão Barroso e o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Ângelo Sodano, o qual culminou um processo de negociações que se prolongaram pelos últimos seis anos.
Apesar das recusa de Durão Barroso em revelar o conteúdo do acordo, por querer respeitar «uma tradição de confidencialidade», o CM avança ainda que Igreja, enquanto instituição, continuará a beneficiar de isenção fiscal, o que não continuará a acontecer com os padres ligados à Função Pública, os quais, até aqui, não faziam descontos para o IRS, pagando apenas o montante destinado à Segurança Social.
De acordo com a mesma fonte, medida é vista como «inteiramente justa» pelos diversos sectores da Igreja, inclusive, pelos padres que dão aulas, por defenderem que se trata de «uma questão de justiça para com os colegas e para com a sociedade».
In Diario Digital
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Os padres católicos que trabalham para o Estado, nomeadamente, professores e capelães do Exército, vão passar a pagar impostos sobre os rendimentos. Esta é apenas uma das várias novidades no novo texto da Concordata, cuja versão final teve, terça-feira, o acordo oficial do Estado português e da Santa Sé.
De acordo com o Correio da Manhã (CM), a nova Concordata foi o tema principal do encontro entre o primeiro-ministro Durão Barroso e o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Ângelo Sodano, o qual culminou um processo de negociações que se prolongaram pelos últimos seis anos.
Apesar das recusa de Durão Barroso em revelar o conteúdo do acordo, por querer respeitar «uma tradição de confidencialidade», o CM avança ainda que Igreja, enquanto instituição, continuará a beneficiar de isenção fiscal, o que não continuará a acontecer com os padres ligados à Função Pública, os quais, até aqui, não faziam descontos para o IRS, pagando apenas o montante destinado à Segurança Social.
De acordo com a mesma fonte, medida é vista como «inteiramente justa» pelos diversos sectores da Igreja, inclusive, pelos padres que dão aulas, por defenderem que se trata de «uma questão de justiça para com os colegas e para com a sociedade».
In Diario Digital
quinta-feira, novembro 20, 2003
BadMood@Zoom Café - Almada Velha - Sábado 22 Novembro
Sábado 22 de Novembro mais uma noite de d'n'b no Zoom Café, em Almada Velha.
Desta vez tocam os badmooderz Plankton e Spam e ainda os convidados Undercode e Realphase.
Entrada a 5 Neuros com direito a 1 imperial.
Temos 5 entradas individuais para oferecer a quem nos enviar um mail com as palavras "Passatempo Zoom" no subject e o nome na mensagem. Os vencedores são contactados por mail.

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Desta vez tocam os badmooderz Plankton e Spam e ainda os convidados Undercode e Realphase.
Entrada a 5 Neuros com direito a 1 imperial.
Temos 5 entradas individuais para oferecer a quem nos enviar um mail com as palavras "Passatempo Zoom" no subject e o nome na mensagem. Os vencedores são contactados por mail.
Manifestação contra Bush deverá reunir 100 mil pessoas em Londres
Cerca de 100 mil pessoas são esperadas esta quinta-feira à tarde em Londres numa manifestação convocada pelo movimentos pacifistas em protesto pela visita de Estado do presidente dos EUA à Grã-Bretanha e pela guerra no Iraque.
Segundo os organizadores, cerca de 100 mil manifestantes deverão começar a marchar a partir das 14:00 horas por Whitehall, a avenida dos ministérios que leva à Downing Street, onde está situada a residência oficial do primeiro-ministro Tony Blair.
O desfile também deverá percorrer a ponte de Westminster, próxima ao Parlamento, antes de chegar a Trafalgar Square. A concentração está prevista para as 12:00 horas, segundo a Scotland Yard, que irá cortar as ruas ao trânsito.
Às 17:15 horas, em Trafalgar Square, terá lugar um acontecimento simbólico: uma estátua de George W. Bush, em cartão com seis metros de altura, será derrubada com a ajuda de cordas, à semelhança do que sucedeu com a estátua de Saddam Hussein a 9 de Abril em Bagdad.
A manifestação prolongar-se-á depois das 19:00 horas, segundo os organizadores, para permitir que os que estejam a trabalhar possam aderir à iniciativa.
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Segundo os organizadores, cerca de 100 mil manifestantes deverão começar a marchar a partir das 14:00 horas por Whitehall, a avenida dos ministérios que leva à Downing Street, onde está situada a residência oficial do primeiro-ministro Tony Blair.
O desfile também deverá percorrer a ponte de Westminster, próxima ao Parlamento, antes de chegar a Trafalgar Square. A concentração está prevista para as 12:00 horas, segundo a Scotland Yard, que irá cortar as ruas ao trânsito.
Às 17:15 horas, em Trafalgar Square, terá lugar um acontecimento simbólico: uma estátua de George W. Bush, em cartão com seis metros de altura, será derrubada com a ajuda de cordas, à semelhança do que sucedeu com a estátua de Saddam Hussein a 9 de Abril em Bagdad.
A manifestação prolongar-se-á depois das 19:00 horas, segundo os organizadores, para permitir que os que estejam a trabalhar possam aderir à iniciativa.
quarta-feira, novembro 19, 2003
A Perfect Circle actuam em Lisboa no mês de Janeiro
Os A Perfect Circle apresentam-se ao vivo em Lisboa, num concerto único agendado para o Coliseu dos Recreios a 20 de Janeiro do próximo ano.
Este espectáculo da banda de Maynard James Keenan e Billy Howerdel servirá de apresentação ao excelente álbum «Thirteenth Step», sucessor de «Mer de Noms» (2000).
De acordo com a promotora do concertos, os bilhetes vão ter um preço único de 22,50 euros, devendo estar à venda a partir desta terça-feira, 18 de Novembro.
Para ler a crítica a «Thirteenth Step»,
clique aqui.
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Este espectáculo da banda de Maynard James Keenan e Billy Howerdel servirá de apresentação ao excelente álbum «Thirteenth Step», sucessor de «Mer de Noms» (2000).
De acordo com a promotora do concertos, os bilhetes vão ter um preço único de 22,50 euros, devendo estar à venda a partir desta terça-feira, 18 de Novembro.
Para ler a crítica a «Thirteenth Step»,
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Rato Mickey celebra bodas de diamante
Um dos animais mais temidos pelas autoridades sanitárias, deu corpo a um dos desenhos animados mais famosos da história do cinema, Mickey Mouse. Nascido para o mundo a 18 de Novembro de 1928, no filme «Steamboat Willie», o rato mais famoso de sempre festeja esta terça-feira 75 anos de idade.
Mickey Mouse nasceu numa viagem de comboio entre Nova Iorque e Los Angeles, quando Walt Disney decidiu que um rato seria uma personagem simpática, embora a maior parte das pessoas, incluindo ele, tenha medo destes pequenos animais.
Desde então, apoiado por uma grande campanha de marketing, Mickey tornou-se numa famosa estrela de cinema com direito a capas de revista, participação em séries televisivas, protagonismo em películas cinematográficas e principalmente, o privilégio de se tornar na imagem de marca da empresa que o criou.
Não se pense no entanto que as bodas de diamante serão o fim do rato Mickey. O director de arquivos da Walt Disney afirmou que «Mickey tem a capacidade de se adaptar a todas as inovações e depois superá-las». Para o seu aniversário estão previstos novos filmes em formato DVD e a entrada na era digital, com a película «Mickey’s twice upon a Christmas».
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Mickey Mouse nasceu numa viagem de comboio entre Nova Iorque e Los Angeles, quando Walt Disney decidiu que um rato seria uma personagem simpática, embora a maior parte das pessoas, incluindo ele, tenha medo destes pequenos animais.
Desde então, apoiado por uma grande campanha de marketing, Mickey tornou-se numa famosa estrela de cinema com direito a capas de revista, participação em séries televisivas, protagonismo em películas cinematográficas e principalmente, o privilégio de se tornar na imagem de marca da empresa que o criou.
Não se pense no entanto que as bodas de diamante serão o fim do rato Mickey. O director de arquivos da Walt Disney afirmou que «Mickey tem a capacidade de se adaptar a todas as inovações e depois superá-las». Para o seu aniversário estão previstos novos filmes em formato DVD e a entrada na era digital, com a película «Mickey’s twice upon a Christmas».
segunda-feira, novembro 17, 2003
Portugueses são os que menos fumam na UE
Portugal lidera a lista de países da União Europeia onde se fuma menos. A conclusão pode ser retirada de um estudo levado a cabo pelo Hospital de São João, no Porto, e publicado esta segunda-feira, Dia do Não-Fumador, no Diário de Notícias, o qual salienta ainda outro dado a reter: as mulheres estão a fumar cada vez mais.
Recordando dados da União Europeia, segundo os quais 500 mil pessoas morrem por ano, por causa do tabaco, o estudo do Hospital de São João estima que apenas 16,6% dos portugueses fumam, contra os 20% registados em anos anteriores. Destes 16,6%, 23,3% são homens e 10,6% são mulheres.
Liderado por Pais Clemente, do Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital de São João, o estudo refere que o fumador-tipo é homem, jovem, com níveis de stress elevado, que bebe café e bebidas alcoólicas, sendo que a maior percentagem vive no Alentejo e a menor, no Centro. Na divisão por grupos etários, o tabaco atinge particularmente a faixa etária entre os 25 e os 34 anos.
No entanto, apesar de serem, neste momento, menos do que os homens, o número de mulheres que fumam tem vindo a aumentar, segundo dados do Inquérito Nacional de Saúde, passando dos 5% em 1987 para os actuais 10,6%. Já os homens, pelo contrário, baixaram sete pontos percentuais.
A nível mundial, o Conselho de Prevenção do Tabagismo, que promove, esta segunda e terça-feira, o seu I Congresso Nacional, refere que o tabaco «matou mais de 62 milhões de pessoas desde a II Guerra Mundial e matará mais cem milhões até 2025 se as actuais tendências de consumo não forem contrariadas».
in Diario Digital
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Recordando dados da União Europeia, segundo os quais 500 mil pessoas morrem por ano, por causa do tabaco, o estudo do Hospital de São João estima que apenas 16,6% dos portugueses fumam, contra os 20% registados em anos anteriores. Destes 16,6%, 23,3% são homens e 10,6% são mulheres.
Liderado por Pais Clemente, do Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital de São João, o estudo refere que o fumador-tipo é homem, jovem, com níveis de stress elevado, que bebe café e bebidas alcoólicas, sendo que a maior percentagem vive no Alentejo e a menor, no Centro. Na divisão por grupos etários, o tabaco atinge particularmente a faixa etária entre os 25 e os 34 anos.
No entanto, apesar de serem, neste momento, menos do que os homens, o número de mulheres que fumam tem vindo a aumentar, segundo dados do Inquérito Nacional de Saúde, passando dos 5% em 1987 para os actuais 10,6%. Já os homens, pelo contrário, baixaram sete pontos percentuais.
A nível mundial, o Conselho de Prevenção do Tabagismo, que promove, esta segunda e terça-feira, o seu I Congresso Nacional, refere que o tabaco «matou mais de 62 milhões de pessoas desde a II Guerra Mundial e matará mais cem milhões até 2025 se as actuais tendências de consumo não forem contrariadas».
in Diario Digital
quarta-feira, novembro 12, 2003
Doors 21st Century: a celebração das canções
Trinta anos depois, os Doors estão de regresso aos palcos. Apenas com dois elementos da formação original, Ray Manzarek e Robbie Krieger, um vocalista emprestado, Ian Astbury (Cult), os Doors deste século decidiram lançar-se à estrada para recordar clássicos da sua carreira que têm vida há 40 anos e acompanharam três gerações. Os concertos em Portugal, o único país na Europa que tem direito a dose dupla, estão a menos de um mês, ocasião ideal para fazer uma antecipação daquilo que se poderá encontrar no Pavilhão Atlântico a 6 e 7 de Dezembro. Álvaro Costa, radialista do Porto, esteve em Atlanta viu e conversou com os Doors e trouxe as novidades.
O que esperar? O que se vai ver? Mas como vivem os Doors sem Jim Morrison? Estas são as questões que se ouvem quando se fala dos concertos dos Doors. Os Doors (21st Century) vivem e vivem bem. Como viviam na década de 70, mas sem Jim Morrison. Mais do que todos os outros elementos da banda, Jim Morrison foi quem imortalizou este grupo e com a sua morte, em 1971, os Doors pouco tempo se aguentaram. Por isso, a questão é legítima... o que será dos Doors sem o grande rei lagarto, Jim Morrison? Os Doors vivem de um teclado forte, de uma guitarra inesquecível e de um conjunto de poemas que, neste século, são interpretados por uma outra voz, a de Ian Astbury. E assim se mantém vivo o espírito de uma das mais importantes bandas da história da música.
«Gostaríamos todos que Jim Morrison cá estivesse», disse Álvaro Costa, que viu um dos concertos dos Doors nos Estados Unidos, mas admitiu que a memória de Morrison não sai envergonhada com este regresso a palco, nem tão pouco a banda se aproveita da imagem de Jim Morrison para fazer valer a sua presença em palco. «Aparecem apenas algumas imagens. Seria fácil para o grupo fazer, mas não vai acontecer», comentou Álvaro Costa.
A desconfiança das pessoas é natural. Mas Álvaro Costa trouxe consigo a mensagem que pode descansar os mais preocupados: «Há qualquer coisa nas canções que justifica o que se está a passar». Ray Manzarek e Robbie Krieger, sem John Densmore que não quis participar neste renascimento da banda, explicaram em entrevista que só avançaram com a decisão de formar os Doors 21st Century porque entenderam que era possível regressar a palcos ao vivo sem tornar o projecto num circo vergonhoso.
Portugal será um país privilegiado nesta visita dos Doors. Não só por ser o único na Europa que tem direito a dois concertos, mas também por ter deixado recordações muito positivas a Ian Astbury. Álvaro Costa confessou que durante a entrevista com os três elementos dos Doors 21st Century, Ian Astbury, que passou por Portugal com os Cult e é admirador devoto do Sporting, recordou com emoção a sua passagem por Portugal e demonstrou aos elementos dos Doors o grande entusiasmo no regresso ao nosso país.
«A escolha de Ian é muito acertada e se ele sentir o público muito quente, penso que vamos ter um concerto muito bom», disse Álvaro Costa. Os Doors deixaram que Ian Astbury tomasse conta da loja. As imagens apresentadas do concerto em Atlanta, Ian Astbury mostra uma poderosa presença em palco, um pouco aproximada àquilo que Jim Morrison fazia. «Aquilo que gosto nele é que tem muito em comum com o Jim, até algo de xamã, a mesma sensação de perigo, de risco, mas de um modo muito pessoal e diferente do Jim Morrison», disse Ray Manzarek em entrevista. Krieger confirma: «A princípio, o Ian estava bastante apreensivo, porque não queria que as pessoas pensassem que ele ia copiar o Jim Morrison. É ele que está em palco; não quisemos escolher um simples substituto do Jim, nem era isso que queríamos. O Ian propõe interpretações muito pessoais e suas da nossa música, mas de um modo que evoca o Jim».
«As pessoas vão desconfiar e vamos tirar a prova dos nove em Dezembro», disse Álvaro Costa. «Estes concertos são uma celebração das canções. Jim Morrison está mesmo morto», rematou o radialista.
Veja as imagens dos Doors ao vivo
Ouça aqui os novos Doors ao vivo
11-11-2003
In Disco Digital por: Rita Rocha
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O que esperar? O que se vai ver? Mas como vivem os Doors sem Jim Morrison? Estas são as questões que se ouvem quando se fala dos concertos dos Doors. Os Doors (21st Century) vivem e vivem bem. Como viviam na década de 70, mas sem Jim Morrison. Mais do que todos os outros elementos da banda, Jim Morrison foi quem imortalizou este grupo e com a sua morte, em 1971, os Doors pouco tempo se aguentaram. Por isso, a questão é legítima... o que será dos Doors sem o grande rei lagarto, Jim Morrison? Os Doors vivem de um teclado forte, de uma guitarra inesquecível e de um conjunto de poemas que, neste século, são interpretados por uma outra voz, a de Ian Astbury. E assim se mantém vivo o espírito de uma das mais importantes bandas da história da música.
«Gostaríamos todos que Jim Morrison cá estivesse», disse Álvaro Costa, que viu um dos concertos dos Doors nos Estados Unidos, mas admitiu que a memória de Morrison não sai envergonhada com este regresso a palco, nem tão pouco a banda se aproveita da imagem de Jim Morrison para fazer valer a sua presença em palco. «Aparecem apenas algumas imagens. Seria fácil para o grupo fazer, mas não vai acontecer», comentou Álvaro Costa.
A desconfiança das pessoas é natural. Mas Álvaro Costa trouxe consigo a mensagem que pode descansar os mais preocupados: «Há qualquer coisa nas canções que justifica o que se está a passar». Ray Manzarek e Robbie Krieger, sem John Densmore que não quis participar neste renascimento da banda, explicaram em entrevista que só avançaram com a decisão de formar os Doors 21st Century porque entenderam que era possível regressar a palcos ao vivo sem tornar o projecto num circo vergonhoso.
Portugal será um país privilegiado nesta visita dos Doors. Não só por ser o único na Europa que tem direito a dois concertos, mas também por ter deixado recordações muito positivas a Ian Astbury. Álvaro Costa confessou que durante a entrevista com os três elementos dos Doors 21st Century, Ian Astbury, que passou por Portugal com os Cult e é admirador devoto do Sporting, recordou com emoção a sua passagem por Portugal e demonstrou aos elementos dos Doors o grande entusiasmo no regresso ao nosso país.
«A escolha de Ian é muito acertada e se ele sentir o público muito quente, penso que vamos ter um concerto muito bom», disse Álvaro Costa. Os Doors deixaram que Ian Astbury tomasse conta da loja. As imagens apresentadas do concerto em Atlanta, Ian Astbury mostra uma poderosa presença em palco, um pouco aproximada àquilo que Jim Morrison fazia. «Aquilo que gosto nele é que tem muito em comum com o Jim, até algo de xamã, a mesma sensação de perigo, de risco, mas de um modo muito pessoal e diferente do Jim Morrison», disse Ray Manzarek em entrevista. Krieger confirma: «A princípio, o Ian estava bastante apreensivo, porque não queria que as pessoas pensassem que ele ia copiar o Jim Morrison. É ele que está em palco; não quisemos escolher um simples substituto do Jim, nem era isso que queríamos. O Ian propõe interpretações muito pessoais e suas da nossa música, mas de um modo que evoca o Jim».
«As pessoas vão desconfiar e vamos tirar a prova dos nove em Dezembro», disse Álvaro Costa. «Estes concertos são uma celebração das canções. Jim Morrison está mesmo morto», rematou o radialista.
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11-11-2003
In Disco Digital por: Rita Rocha
segunda-feira, novembro 10, 2003
BE propõe que jovens maiores de 16 anos tenham direito de voto
BE propõe que jovens maiores de 16 anos tenham direito de voto
O Bloco de Esquerda quer que todos os jovens com mais de 16 anos tenham o direito de voto. Esta é uma das propostas que constam do projecto de revisão constitucional apresentado no domingo pelos bloquistas após uma reunião da comissão executiva do movimento.
De acordo com a edição desta segunda-feira do Diário de Noticias, o BE propõe ainda a atribuição de capacidade eleitoral para os estrangeiros residentes em Portugal e ainda a possibilidade de os cidadãos da UE que vivem no nosso país poderem votar nas eleições para o Parlamento Europeu.
No âmbito da organização política, os bloquistas apontam várias alterações à lei, nomeadamente a limitação dos mandatos – os cargos de chefe de Governo, Presidente da República e autarca devem ser exercidos somente durante dois mandatos consecutivos – e a restrição das imunidades parlamentares.
O Bloco de Esquerda defende que o regime de imunidade não deve ser utilizado pelos políticos quando estão em causa actos do foro privado. Os bloquistas propõem ainda que os deputados não devem ser ouvidos como declarantes ou arguidos sem a autorização da Assembleia da República, exceptuando os casos em que «existem fortes indícios da prática de crime doloso» correspondente a uma pena superior a três anos de prisão.
10-11-2003 8:00:55
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O Bloco de Esquerda quer que todos os jovens com mais de 16 anos tenham o direito de voto. Esta é uma das propostas que constam do projecto de revisão constitucional apresentado no domingo pelos bloquistas após uma reunião da comissão executiva do movimento.
De acordo com a edição desta segunda-feira do Diário de Noticias, o BE propõe ainda a atribuição de capacidade eleitoral para os estrangeiros residentes em Portugal e ainda a possibilidade de os cidadãos da UE que vivem no nosso país poderem votar nas eleições para o Parlamento Europeu.
No âmbito da organização política, os bloquistas apontam várias alterações à lei, nomeadamente a limitação dos mandatos – os cargos de chefe de Governo, Presidente da República e autarca devem ser exercidos somente durante dois mandatos consecutivos – e a restrição das imunidades parlamentares.
O Bloco de Esquerda defende que o regime de imunidade não deve ser utilizado pelos políticos quando estão em causa actos do foro privado. Os bloquistas propõem ainda que os deputados não devem ser ouvidos como declarantes ou arguidos sem a autorização da Assembleia da República, exceptuando os casos em que «existem fortes indícios da prática de crime doloso» correspondente a uma pena superior a três anos de prisão.
10-11-2003 8:00:55
quarta-feira, novembro 05, 2003
Blur: um concerto insosso no Coliseu de Lisboa
O regresso dos Blur a Lisboa, num concerto agendado para o Coliseu dos Recreios na noite de quarta-feira, era aguardado com grande expectativa, porque a banda de Damon Albarn já há alguns anos que não passava por cá. A apresentação de Think Tank, o seu mais recente álbum, era o motivo da visita para mostrar a uma casa cheia. Estavam reunidas todas as condições para o concerto ter acabado numa grande festa, não fosse a actuação ter morrido a partir do meio.
Sob um cenário muito simples, apenas adornado por lâmpadas pisca-pisca de várias cores, Damon Albarn veio apresentar-se como guitarrista da banda, posição que assumiu desde que Graham Coxon deixou vaga. Ainda não está no ponto, mas com o tempo Albarn lá chegará, afinal não é fácil tocar guitarra, agarrar no microfone e ir ter com as pessoas que estavam na primeira fila do Coliseu. Quando a guitarra ficava no suporte, Damon Albarn ganhava mais liberdade para se concentrar na voz e na comunicação com o público. Com um certo jeito desalinhado deu um ar da sua graça, mas escusava de exagerar.
A noite começou animadamente ao som de Beetlebum e Girls and Boys, tendo os Blur lançado logo no início dois dos trunfos que deviam ter guardado para o meio ou mesmo para o final do concerto. A euforia foi geral e começaram a gastar-se as baterias pouco depois da banda ter entrado em palco. Mesmo assim a noite ainda prometia.
Out of Time e We´ve Got a File On You, também retiradas de Think Tank, ultrapassaram a prova do público, passando a integrar a lista dos temas favoritos nos concertos dos Blur, ao lado de Song 2 ou To The End.
Algumas caras entediadas mostraram que de facto os Blur podia ter estado melhor. Porque eles são realmente bons. Do disco ao punk, os Blur conseguiram disparar em todas as direcções, atingindo alguns picos de euforia nos temas dominados pelas guitarras. Foram suficientes para agradar, mas não para pasmar. Num ano em que Portugal viu dezenas de concertos, quase todos lotados, não parece que a actuação dos Blur vá ficar na lista dos 10 melhores do ano.
06-11-2003
In Diariodigital.pt Rita Rocha
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Sob um cenário muito simples, apenas adornado por lâmpadas pisca-pisca de várias cores, Damon Albarn veio apresentar-se como guitarrista da banda, posição que assumiu desde que Graham Coxon deixou vaga. Ainda não está no ponto, mas com o tempo Albarn lá chegará, afinal não é fácil tocar guitarra, agarrar no microfone e ir ter com as pessoas que estavam na primeira fila do Coliseu. Quando a guitarra ficava no suporte, Damon Albarn ganhava mais liberdade para se concentrar na voz e na comunicação com o público. Com um certo jeito desalinhado deu um ar da sua graça, mas escusava de exagerar.
A noite começou animadamente ao som de Beetlebum e Girls and Boys, tendo os Blur lançado logo no início dois dos trunfos que deviam ter guardado para o meio ou mesmo para o final do concerto. A euforia foi geral e começaram a gastar-se as baterias pouco depois da banda ter entrado em palco. Mesmo assim a noite ainda prometia.
Out of Time e We´ve Got a File On You, também retiradas de Think Tank, ultrapassaram a prova do público, passando a integrar a lista dos temas favoritos nos concertos dos Blur, ao lado de Song 2 ou To The End.
Algumas caras entediadas mostraram que de facto os Blur podia ter estado melhor. Porque eles são realmente bons. Do disco ao punk, os Blur conseguiram disparar em todas as direcções, atingindo alguns picos de euforia nos temas dominados pelas guitarras. Foram suficientes para agradar, mas não para pasmar. Num ano em que Portugal viu dezenas de concertos, quase todos lotados, não parece que a actuação dos Blur vá ficar na lista dos 10 melhores do ano.
06-11-2003
In Diariodigital.pt Rita Rocha
segunda-feira, novembro 03, 2003
Finalmente a Igreja começa a dar os primeiros passos na evolução
Igreja anglicana dos EUA ordena primeiro bispo homossexual
A Igreja anglicana dos EUA ordena este domingo em Durham o primeiro bispo homossexual, Gene Robinson. Uma escolha que está a gerar polémica no seio de uma comunidade que conta com 70 milhões de fiéis no mundo.
Gene Robinson tem 56 anos, é pai de dois filhos e vive há 14 anos com o seu parceiro. Na cerimónia, Robinson não deixará de se arriscar a ouvir críticas públicas porque tradicionalmente a cerimónia permite que os objectores se façam ouvir
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A Igreja anglicana dos EUA ordena este domingo em Durham o primeiro bispo homossexual, Gene Robinson. Uma escolha que está a gerar polémica no seio de uma comunidade que conta com 70 milhões de fiéis no mundo.
Gene Robinson tem 56 anos, é pai de dois filhos e vive há 14 anos com o seu parceiro. Na cerimónia, Robinson não deixará de se arriscar a ouvir críticas públicas porque tradicionalmente a cerimónia permite que os objectores se façam ouvir